Velejo com todos os ventos.

Dentro e fora das "aspas".

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Como Conta-Gotas ou não, o Tempo passa.

“O tempo passa. Mesmo quando parece impossível. Mesmo quando cada batida dos segundos dói como o sangue pulsando sob um hematoma. Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa. Até para mim”.

Livro Lua Nova

Você Sabia?!?


Quando uma mulher diz que uma coisa não vai dar certo, é batata! Praga de mulher? Não! É só a habilidade que ela tem de captar e interpretar sinais quase invisíveis. É isso que a faz conversar com plantas e animais, saber quando estão lhe mentindo, descobrir a verdade e prever o fim do relacionamento. Ela é capaz de fazer transferências entre os hemisférios cerebrais muito rapidamente.

- Do livro “Homens e Mulheres” de Layr Ribeiro.

A mulher quase nunca é surpreendida observando um homem, mas sempre consegue flagrá-lo devorando-a com os olhos. Isso acontece porque o homem enxerga mais longe, mas a mulher ela enxerga bem mais! O homem tem visão de longo alcance e a mulher tem visão periférica.

- Do livro “Para Falar Bem” de Reinaldo Polito.

O homem não é muito falante. Sua evolução deu-se como caçador, não como comunicador. Para caçar, bastavam-lhe sinais não verbais. Às vezes, eram horas e horas em silêncio, à espera da presa. A mulher, por sua vez, não só aprende a falar primeiro que o homem, mas aos três anos de idade, tem um vocabulário muito superior ao dele e fala quase corretamente.

- Do Livro “Homens e Mulheres” de Layr Ribeiro.

O homem evoluiu com três responsabilidades: guerrear, proteger e resolver problemas. Em momento algum lhe disseram que ele precisava se comunicar. Já o cérebro feminino vem estruturado para falar! Por isso a mulher pensa em voz alta... Falando, a mulher compartilha – é o seu modo de agradar. O homem não tem a mesma sensibilidade. Então, quando ela fala, ele acha que ela está repassando seus problemas para ele resolver.

- Do livro “Homens e Mulheres” de Layr Ribeiro.


A gente fala muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito... rs

Sou suspeita! =)

Depois Daquela Viagem...

[...] Quanto ao preconceito, às vezes ainda me sinto como Edward mãos-de-tesoura, preso em seu castelo, fazendo obras de arte porque não há outro jeito com o qual possa tocar as pessoas. Lembra-se desse filme? Mas quem sabe um dia todos nós aprenderemos e a cada vez que conhecermos alguém, seja ela ou ele, branco, preto, amarelo, vermelho, gordo, magro, feio, bonito, judeu, muçulmano, homessexual, alto, careca, adotado, gago, anão, com AIDS, sem AIDS, rico, pobre, cabeludo, fanho, cego, corcunda, excepcional, vesgo, inteligente, olhos puxados, olhos azuis, palestino, árabe, comunista, capitalista, superdotado, hemofílico, bicho-grilo, miserável, graduado, travesti, místico, sem-terra, mexicano, americano, empregado, patrão, prostituta, enfermeira, médio, padre, novo, velho, ateu, tatuado, com tuberculose, com hanseníase, com mãos-de-tesoura, sem braços, surdo, paraplégico, mudo, ignorante... Nos lembraremos de que, antes de tudo isso, é apenas uma pessoa. E melhor ainda será se, depois de tudo isso, ainda pudermos ser amigos [...].

Trecho do Livro “Depois daquela viagem – Diário de bordo de uma jovem que aprendeu a viver com AIDS” de Valéria Piassa Polizzi.

Amar De Olhos Abertos.


Em AMAR DE OLHOS ABERTOS, os psicólogos Silvia Salinas e Jorge Bucay (um dos autores argentinos mais conhecidos no mundo todo) abordam de maneira brilhante a questão dos conflitos nas relações a dois. O que Jorge e Silvia nos mostram neste livro é que a relação perfeita e o parceiro ideal não existem. Um bom relacionamento acontece quando duas pessoas se encontram e se aceitam exatamente como são. É a aceitação das diferenças que nos permite superar a paixão e começar a construir o amor - algo muito mais profundo e duradouro. Este livro vai ajudá-lo a refletir sobre a maneira como você se relaciona com seu parceiro e, mais importante, consigo mesmo. Sobretudo, vai ajudar você a entender a arte de viver a dois, o sentido de estar num relacionamento e o verdadeiro significado do amor.

"Amar de olhos fechados é amar como cego. Amar de olhos abertos é amar talvez como louco: é aceitar perdidamente. Amo-te como louca."

- Marguerite Yourcenar, Fogos, 1935.

Apaixonar-se é amar as semelhanças,

e amar é se apaixonar pelas diferenças.

Essa frase sintetiza muito bem a teoria dos psicólogos Jorge Bucay e Silvia Salinas sobre os relacionamentos. Em Amar de olhos abertos, Jorge Bucay e Silvia Salinas nos mostram que, para viver uma relação verdadeira, precisamos abrir mão do nosso ideal de amor e aceitar as coisas como elas realmente são. A proposta é fazer o melhor possível com o que temos. Sofrer porque as coisas não são como queríamos é uma atitude inútil e infantil. Em vez de acusarmos sempre o outro, precisamos mergulhar numa profunda análise interna e tentar descobrir como nós mesmos estamos contribuindo para que o relacionamento dê errado. Os autores nos ensinam que o amor não é um salva-vidas. Ninguém, a não ser nós mesmos, será capaz de resolver nossos problemas. O relacionamento não é uma solução milagrosa, e tudo o que podemos esperar do outro é que seja um companheiro de jornada e que incentive nosso desenvolvimento pessoal. Isso, sim, é amor.

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Como construir uma relação mais profunda?

Seria bom estar preparado para saber que a paixão acaba. Amadurecer significa também desfrutar das coisas que o amor dá, como compartilhar o silêncio e não um beijo, saber que a pessoa está ali, ainda que não esteja ao meu lado. É preciso abrir os olhos, e isso é uma decisão. Ver o par na sua essência.

Mas primeiro é preciso estar bem consigo mesmo. Não se deve procurar o sentido da própria vida no companheiro ou nos filhos.

Você deve responder a três perguntas básicas nesta ordem: quem sou, aonde vou e com quem. É preciso que eu me conheça antes de te conhecer e que decida meu caminho antes de compartilhá-lo. Senão, é o outro quem vai dizer quem eu sou. E isso é uma carga muito grande.

Jorge Bucay, autor do livro Amar de olhos abertos, em entrevista para a Folha de S.Paulo. Para ler o texto completo, aqui.


Cartas de Amor.

Já dizia o poeta que "todas as cartas de amor são ridículas." Será?

A pesquisadora inglesa Ursula Doyle organizou um livro que reúne missivas românticas de vários homens públicos famosos. “Cartas de Amor de Homens Notáveis” da Editora BestSeller, abrange cartas de personalidades que viveram entre os anos 61 d.C. e 1918, como o rei britânico Henrique VIII, o filósofo David Hume, os escritores Gustave Flaubert, Victor Hugo e Oscar Wilde, os poetas John Keats e Lord Byron e os cientistas Pierre Curie e Charles Darwin. (Quem quiser pode me dar um de presente! =P)

Segue abaixo, alguns fragmentos das cartinhas apaixonadas!

“Não me importa quem venha a saber ou que uso se faça disto – é por ti, somente por ti, tu mesma. Eu fui e sou livre e inteiramente teu, para obedecer, honrar, amar e fugir contigo, quando, onde e como determines.”(Lord Byron para Lady Caroline Lamb)

“Nesta palavra, linda em todas as línguas, e principalmente na tua - amor mio – se resume a existência nesta e na outra vida. Sinto que existo aqui; e sinto que existirei no além, para qualquer propósito que decidas (…) Pensa um pouco em mim quando os Alpes e o oceano se interpuserem entre nós; mas eles nunca o farão, a menos que tu o queiras.” (Lord Byron para a italiana Teresa)

“Oh! Como teria gostado de passar meio dia ajoelhado a teus pés, com a cabeça sobre teus joelhos, sonhando lindos sonhos, contando-te meus pensamentos com lassitude, com arrebatamento, às vezes sem dizer nada, mas pressionando meus lábios contra teu vestido!… Minha alma voa para ti com esses papéis; como um louco, digo-lhes milhares de coisas; como um louco, penso que eles chegam a ti para repeti-las; para mim, é impossível compreender como essas páginas fecundadas dentro de onze dias estarão em tuas mãos enquanto eu permaneço aqui…” (Honoré de Balzac para Condessa Ewelina Hanska)

“Eu a amo, é verdade, até mesmo eu; pelo bem dela estou disposto a tudo sacrificar alegremente – tudo, até mesmo a esperança de ser amado. (…) Meu dever é seguir-lhe de perto os passos, cercar a existência dela com a minha, servir-lhe de barreira contra todos os perigos, oferecer-lhe minha cabeça como apoio, colocar-me incessantemente entre ela e todas as tristezas, sem demandar qualquer prêmio, sem esperar qualquer recompensa.” (Victor Hugo para a esposa, Adèle Foucher)

“Teu amor acaba de infiltrar-se em mim como uma chuva tépida e encharca-me até o fundo do coração. (…) Então, não tendes tudo o que me é necessário para amar-vos – corpo, mente, ternura? És uma alma simples, mas uma mente resoluta, muito pouco poética e extremamente poeta; não há em ti nada que não seja bom. (…) Às vezes, tento imaginar teu rosto envelhecido e me parece que te amarei tanto quanto, ou talvez até mais, do que te amo hoje.” (Gustave Flaubert para Louise Colet)

“Diz-me, que estrela regeu teu nascimento para unir em tua pessoa tantas qualidades diferentes, tão numerosas e tão raras? Despedimo-nos num momento em que muitas coisas estavam a ponto de brotar de nossos lábios. Nem todas as portas entre nós foram abertas. Tu me inspiras um grande respeito e não ouso interpelar-te.” (Gustave Flaubert para George Sand)

“Já se passaram seis anos desde que alcancei meu primeiro grande sucesso na vida ao conquistar-te. (…) Hoje és mais cara para mim, minha criança, do que eras no dia do teu aniversário passado, quando eras mais querida do que no anterior – foste tornando-te progressivamente mais querida desde o primeiro aniversário e não tenho dúvida de que essa preciosa progressão continuará até o fim. Esperemos pelos próximos aniversários, com a idade e os cabelos grisalhos, sem medo e sem depressão, confiantes e convictos de que o amor que compartilhamos será suficiente para abençoá-los.” (Mark Twain, para a esposa, Livy)

“Mais querido dos meninos, tua carta foi deliciosa, como vinho tinto e branco para mim. (…) Preciso ver-te logo. És o divino objeto do meu desejo, um ser de graça e beleza. (…) Em alguns momentos, pensei que seria melhor nos separarmos. Ah! Momentos de fraqueza e de loucura! Agora vejo que isso teria mutilado minha vida, arruinado minha arte, destruído os acordes que compõem uma alma perfeita. Mesmo coberto de lama, eu te louvarei; dos abismos mais profundos, clamarei por ti. Na minha solidão, tu estarás comigo. Estou decidido a não me revoltar, mas aceitar todos os ultrajes pela devoção ao amor.” (Oscar Wilde para Lord Alfred Douglas)

“Sentirei amargura por meu coração ter sido tratado como bola de futebol. Tua mente está longe e desconfio que tens distrações.” (John Keats para a sua noiva, Fanny Brawne, em 1819).

“Não te amo mais; detesto-te. És horrenda, muito idiota e desajeitada. Não me escreves nunca, já não amas vosso marido.” (Napoleão Bonaparte para sua esposa, Josephine, em 1796). (Chorei de rir com essa!)

“Se estou me afastando de ti à velocidade da corrente do Ródano, é somente para poder tornar a ver-te mais cedo.” (Napoleão Bonaparte para sua esposa, Josephine, em 1796).

“Espero logo poder apertar-te em meus braços e fazer chover sobre ti um milhão de beijos ardentes como as chuvas abaixo do Equador.” (Napoleão Bonaparte para sua esposa, Josephine, em 1796).

“Minha amada Josephine domina meu coração e minha mente.” (Napoleão Bonaparte para sua esposa, Josephine, em 1796).

“Chego a Milão, precipito-me para teu ‘appartement’, abandonei tudo para te ver, e não estavas lá; corres para as cidades onde há festejos; tu me deixas quando chego, não te interessas mais por teu querido Napoleão.”(Napoleão Bonaparte para sua esposa, Josephine, em 1796).

“Tão perto! Tão distante! Nosso amor não é uma edificação celeste, mas é tão firme quanto a fortaleza do céu.” (Ludwig von Beethoven)

“Querida esposinha, rogo-te que: não fique triste, cuide da saúde e tenha cuidados com as brisas da primavera.” (Wolfgang Amadeus Mozart para Constanze, em 1789, assinado com o apelido íntimo Plumpi-Strumpi).

* Fontes: Site IstoÉ e Veja.

Foto via mighty2save.tumblr.com